5-7 JUL 2017 | EASA: “Medical Anthropology Network conference Bodies in transition” – Chamada para participação para o painel 38

Universidade de Lisboa, 5-7 Julho 2017

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Encontra-se aberta chamada para apresentação de propostas ao Painel 38 “Medical consumptions and local stakes: past, present and future(s) in Urban Africa”, no âmbito da Conferência “Medical Anthropology Network conference  Bodies in transition – Power, knowledge and medical anthropology”,  que se realizará de 5 a 7 julho 2017.  O prazo para envio das propostas decorre até 1 de abril de 2017 e as notificações de aceitação serão anunciadas até 15 de abril de 2017.

Resumo:

Este painel pretende analisar como as pessoas consomem medicamentos como forma de satisfação social e individual, expectativas e aspirações nos contextos africanos subsariano, convidando à apresentação de contribuições baseadas em pesquisas empíricas e reflexões teóricas, com foco especial nos ambientes urbanos.
Em geral, os consumos médicos são muitas vezes considerados como meios para curar, tratar e / ou restaurar o equilíbrio físico, mental e social. No entanto, existem uma série de situações que motivam práticas de consumo médico relacionadas não só com terapêuticas mas também com outras acções, indo além da saúde e da doença. Estas, muitas vezes, resultam de pressões sociais e individuais e/ou expectativas sobre papéis sociais, aspirações, estilos de vida e satisfações físicas.
Considerando, pois, os consumos médicos como o uso de uma variedade de procedimentos médicos, recursos e conhecimentos, este painel pretende discutir mudanças e continuidades nas aspirações sociais e individuais, necessidades e motivações, bem como em estratégias e práticas de consumo médico na África urbana:
Como os indivíduos fazem uso dos serviços médicos disponíveis, medicamentos (produtos farmacêuticos ou outras substâncias) e outros dispositivos para satisfazer necessidades, expectativas e aspirações?
– Quais são os significados e os papéis atribuídos a esses diferentes recursos médicos?
– Que estratégias usam os indivíduos para aceder aos recursos médicos?
– Como as exigências do consumo médico mudaram? O que mudou nesses processos?
– Como é que a circulação das novas tecnologias médicas (globais) contribui para a transição dos interesses locais subjacentes aos consumos médicos?
– Qual a relação que se pode estabelecer entre o consumo médico e os seus propósitos e os processos de reprodução e mudança sociais?

Coordenação:

Inês Faria, SOCIUS/ISEG, Universidade Lisboa [inesdffaria@gmail.com]

Carla Rodrigues, AISSR, University of Amsterdam [carla.af.rodrigues@gmail.com ]

O envio das propostas deve ser feito à coordenação.

Mais informação AQUI:

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